A cada dia que passava, ele mais se distanciava dela, as palavras se perderam no tempo, já não tinha mais o frio da ansiedade - a expectativa do que poderia vir.
O olhava como gente comum.
As estrelas já não tinham o condão de fazê-la se interiorizar em um mundo a dois; o cheiro dele não se agregou ao dela.
O tempo ao lado dele perdeu-se em ecos de uma memória não muito lúcida.
Salvador, Julho de 2010.

hummm...que por sinal rabisca muito bem.....gostei ta....beijos
ResponderExcluirQue mulher prendada... Alem de LINDA escreve muito bem! Sucesso vc Thai!
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